Monograma Dr. Luís Henrique Nunes Dr. Luís Henrique NunesUrologia · Andrologia · Emagrecimento

Andrologia e medicina sexual

Desempenho sexual tem tratamento, e começa por entender a causa.

Ereção, ejaculação e desejo dependem de vasos, nervos, hormônios, sono e cabeça. A consulta investiga tudo isso junto, com discrição.

Disfunção erétil

É a dificuldade persistente de conseguir ou manter uma ereção suficiente para a relação. Acontece em todas as idades e muitas vezes é o primeiro sinal de alterações nos vasos sanguíneos, no açúcar ou no colesterol, por isso merece investigação e não só um remédio.

Sinais comuns

  • Dificuldade para iniciar ou manter a ereção
  • Ereção menos firme do que antes
  • Diminuição das ereções ao acordar
  • Necessidade de mais estímulo ou de medicamento para todas as relações

Como é a avaliação

História clínica e sexual, exame físico, exames de sangue (glicose, colesterol, hormônios) e o questionário IIEF-5. Quando indicado, Doppler peniano para estudar a circulação.

Tratamentos possíveis

  • Controle de fatores de risco: sono, peso, atividade física, álcool e tabagismo
  • Medicamentos orais, quando indicados
  • Terapia de ondas de choque de baixa intensidade, em casos selecionados
  • Terapia intracavernosa
  • Prótese peniana, para casos que não respondem a outras opções

Ejaculação precoce

É a ejaculação que acontece antes do desejado, quase sempre e com pouco controle, causando incômodo para o homem ou para o casal. É uma das queixas sexuais mais comuns e pode estar associada a ansiedade, sensibilidade aumentada, alterações da próstata ou disfunção erétil.

Sinais comuns

  • Ejaculação em pouco tempo após a penetração, na maioria das relações
  • Sensação de pouco ou nenhum controle
  • Ansiedade ou evitação das relações por causa disso

Como é a avaliação

Entender desde quando acontece, se há disfunção erétil associada, uso de medicamentos e fatores emocionais. Exame físico e exames complementares quando necessário.

Tratamentos possíveis

  • Orientações e técnicas comportamentais
  • Medicamentos de uso diário ou sob demanda, quando indicados
  • Anestésicos tópicos
  • Tratamento da disfunção erétil associada
  • Procedimentos para redução de sensibilidade da glande, em casos selecionados
  • Programa EP360: acompanhamento de 12 meses

Ejaculação retardada

É a dificuldade ou demora excessiva para ejacular, mesmo com desejo e estímulo adequados. Pode ser causada por medicamentos (como alguns antidepressivos), alterações hormonais, diabetes, cirurgias anteriores ou fatores emocionais.

Sinais comuns

  • Demora muito longa para ejacular
  • Ejaculação apenas com masturbação ou em situações específicas
  • Ausência de ejaculação em algumas relações

Como é a avaliação

Revisão de medicamentos, dosagens hormonais, avaliação neurológica e metabólica e conversa sobre o contexto da vida sexual.

Tratamentos possíveis

  • Ajuste de medicamentos que interferem na ejaculação, junto com o médico que os prescreveu
  • Correção de alterações hormonais
  • Estimulação vibratória peniana
  • Orientação sexual e, quando útil, apoio psicológico
  • Programa ER360: acompanhamento de 12 meses

Libido baixa

A queda do desejo sexual tem muitas causas: testosterona baixa, sono ruim, estresse, depressão, uso de medicamentos, excesso de peso ou problemas no relacionamento. Antes de qualquer tratamento é preciso descobrir qual delas está presente.

Sinais comuns

  • Menos interesse por sexo do que antes
  • Menos pensamentos ou fantasias sexuais
  • Cansaço e falta de disposição junto com a queda do desejo

Como é a avaliação

Consulta ampla, questionário ADAM, dosagem de testosterona e outros hormônios pela manhã, avaliação do sono e da composição corporal.

Tratamentos possíveis

  • Correção do sono, do peso e da atividade física
  • Revisão de medicamentos
  • Reposição hormonal apenas quando há deficiência comprovada
  • Encaminhamento para apoio psicológico quando indicado

Curvatura peniana

Uma leve curvatura de nascença é comum e não é doença. Já a curvatura que surge na vida adulta, muitas vezes com dor na ereção ou um nódulo endurecido no pênis, pode ser a doença de Peyronie, que deve ser avaliada logo no início.

Sinais comuns

  • Curvatura nova ou que está piorando
  • Dor durante a ereção
  • Nódulo ou placa endurecida no corpo do pênis
  • Dificuldade para a penetração por causa da curvatura

Como é a avaliação

Exame físico, fotos da ereção feitas pelo próprio paciente e, quando indicado, ultrassom com Doppler peniano.

Tratamentos possíveis

  • Acompanhamento e tratamento clínico na fase inicial
  • Dispositivos de tração peniana
  • Infiltrações na placa, em casos selecionados
  • Cirurgia de correção da curvatura, quando a curvatura está estável e atrapalha a relação

Harmonização e aumento peniano

O preenchimento com ácido hialurônico aumenta a circunferência (espessura) do pênis. É um procedimento feito em consultório, com anestesia local, e indicado após avaliação médica. Também pode ajudar em alguns casos de ejaculação precoce, por reduzir a sensibilidade da glande.

Sinais comuns

  • Insatisfação com a espessura do pênis
  • Interesse em entender o que é seguro e possível no seu caso

Como é a avaliação

Consulta para avaliar anatomia, expectativas e contraindicações. Antes da consulta, o simulador 3D mostra uma estimativa visual.

Tratamentos possíveis

  • Preenchimento com ácido hialurônico
  • Retoques e manutenção conforme a reabsorção do produto
  • Acompanhamento após o procedimento

Os tratamentos citados são possibilidades. A indicação depende da avaliação individual em consulta, e os resultados variam de pessoa para pessoa.

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